Após três ataques bem sucedidos, foi alvejado- porém ainda teve forças para uma quarta investida até ser nocauteado!

 Por esta ninguém esperava. Quem diria. Barra do Quaraí – uma simpática e tranquila cidade com pouco mais de quatro mil habitantes de repente se depara com o inesperado.  Um León blanco y melena de color caramelizada (traduzindo…leão branco com a juba da cor de caramelo, para nós aqui no Brasil) – sorrateiramente se mistura dentre a multidão – ataca sete e, antes de ser ceifado faz quatro vítimas. Se não fosse a coragem de três atiradores de elite certamente a audácia deste LEÓN iria mais longe. PLÍNIO, o Jovem (direita)  o feriu, mas não suficiente para mata-lo – uma vez que este felino argentino ainda matou dois… Contudo outros dois ataques – e agora fulminantes, do Eduardo Fontana e Gustavo El Hanini… Deram fim no jovem LEÓN que descobriram ter 18 anos. Pelo menos assim imaginaram. Contudo no final da tarde deste último sábado, quando todos estavam se confraternizando… Vejam só quem surgiu. Ele.  Ostentando sua esvoaçante juba de cor caramelizada, LEÓN veio atender o chamado para receber uma comenda de campeão. Campeão por matar quatro e lutar bravamente contra três? Estranho. Ninguém se atreveu a contestar – mas trocaram olhares e se pudéssemos ler os pensamentos – a pergunta era sobre sua morte. Mas alguém serpenteou entre a multidão que superlotava o salão paroquial e buscou informação. Descobriu que as armas utilizadas continham munições tranquilizantes (dardos) – pois estavam num ambiente de preservação natural e matar qualquer animal era crime inafiançável.

ENTENDAMOS  AGORA O QUE REALMENTE ACONTECEU!

Toda cena acima narra a participação do jovem de 18 anos LEÓN CÁCERES, um argentino portenho (de Buenos Aires) que mora em Santana do Livramento e pertence à equipe de enxadristas do BOBBY FISCHER XADREZ CLUBE e que integrou a delegação do BFXC na disputa do TORNEIO TRINACIONAL DE XADREZ em Barra do Quaraí promovido pelo abnegado Argemiro Rocha neste último dia 18 de maio de 2019. LEÓN com seus quatro pontos em sete disputados – perfazendo mais de 57 por cento de aproveitamento, um ótimo desempenho para um novato de 1515 de rating sagrou-se campeão absoluto em sua categoria e décimo na geral, atrás só de grandes jogadores e na frente de meia centena de jogadores que na teoria eram (são) mais fortes do que ele.

No entanto ele não foi o único da delegação do Bobby Fischer a ser premiado e subir ao pódio. Os riverenses Henry de Mello (sub 15) – Alfredo Villoz (sub 17) também pratearam seus peitorais com belas medalhas e foram ovacionados com salvas entusiastas de palmas. Para não passar em branco também tiveram participações meritórias os gêmeos Rafael e Gustavo El Hanini e o Rivera Chiquense Marquinhos Gomes – todos com quase 70 por cento de desempenho.

EM TEMPO, A VIAGEM!

Manhã gelada. Muito fria. Aos poucos alguns vultos saíam da penumbra. Como era de madrugada… nenhuma alma na rua (ou na calçada) qualquer som, por menor que fosse  seria percebido. Faltando poucos minutos para quatro da madrugada praticamente toda delegação do Bobby Fischer estava aguardando o micro-ônibus disponibilizado pelo prefeito ICO CHAROPEN. Sorte que nas cercanias não existem casas muito próximas à prefeitura municipal de Sant’Ana do Livramento – pois as conversas e as inevitáveis risadas com certeza iriam incomodar os moradores que dormiam nesta hora. Porém não tardou para surgir “alto do chão”” o micro sendo conduzido pelo motorista Alfredo Machado Mello – um velho companheiro de muitas viagens e que já conhecia todos os enxadristas e quadro diretivo do BFXC. A viagem – tanto de ida como de retorno, foi espetacular, tranquila e muito divertida.

 

UM COMEÇO ATÍPICO….

O relógio marcava quase 10h30min da manhã quando um silvo agudo ecoou pelo salão paroquial e uma voz grave e sedutora – pelo menos para algumas balzaquianas saudosistas que espreitava curiosamente atrás das portas de entrada como ratos em gaveta. Era o teste do microfone. Alguns doutos costumam chamar isso de microfonia. Mas não vem nem é o caso de abordarmos termos técnicos.

10h35min ou algo no gênero, um minuto a mais ou minuto a menos –  Argemiro Rocha recebe a lista de emparceiramento da primeira rodada, mas não lê. Dá dois petelecos no microfone, pede a atenção e começa a falar de improviso. Ele é muito bom nisso. Com a voz melíflua, grave e muito sedutora que segundo narram os quatro ventos o pessoal da velha guarda há muitos anos ele foi o “GARDELON” da região e encantou muitas moças nos idos de sua juventude – isso lá pelos anos 60. Prosseguindo. Argemiro Rocha segue discorrendo e agradece aos colaboradores, sem esquecer é claro de mencionar a presença de alguns importantes e indigites personagens do mundo do xadrez como Hildebrando Santos de Itaqui e do bom e velho Dirnei Cantini  e de outros que não são do ramo, mas amantes e admirador deste esporte/ciência e ginástica da inteligência como o professor universitário da Unipampa Ailton DinardiI e do carateca faixa preta de quarto Dan Leanderson Penha, de Bella Unión.

Em meio seu discurso Argemiro discretamente coloca sua mão esquerda com o punho fechado frente à boca para disfarçar a rouquidão ocasionada pelo inesperado pigarro sabe-se de onde veio, uma vez que não é fumante – tenta limpar a garganta e consegue. Pede desculpas e prossegue sua fala mesmo com a voz embrulhada pela emoção do momento. Não que aquilo seja novidade para ele. Mas, como um quase sexagenário procura sempre se dedicar em tudo como se fosse a primeira vez.

-“Bom dia cavalheiros, senhoras e senhoritas … em meu nome e da Prefeitura Municipal de Barra do Quaraí é uma honra recebe-los para mais este grandioso acontecimento que é mais uma edição do torneio Tri nacional de Xadrez e – para não me alongar vou passar a palavra para o nosso árbitro que vai dizer como serão as disputas!” Logo após tratou de estender a mão e entregar o microfone para o responsável pela arbitragem. A gentileza foi recusada. Ele não costuma usar microfone, pois invariavelmente fala caminhando entre os jogadores, falando de perto e fitando nos olhos de cada um. Intimidador? Talvez! Depende ao antagonista. Feito isso o arbitro entrega para Argemiro folha contendo a lista de emparceiramento da primeira rodada. Sem revisar ou dar uma leitura prévia Argemiro Começa a chamar.

DOIS MIL ANOS DE HISTÓRIA NA MESA !

“- Vamos lá! Mesa um, segura um segundo – só para ficar bem claro … o primeiro nome sempre é o q“ue jogará com as peças brancas! Prosseguindo. Mesa um, Rafael El Hanini contra Fabiano Lopes. Passem e vão sentando e aguardem.”

“- Mesa dois. Gerardo contra Plí….” Em seguida como num passe de mágica Argemiro parou, congelou. Silencio total no salão. Ninguém entendeu o que estava acontecendo. Será que Argemiro estava com problemas de saúde, quiçá alguma doença misteriosa? Mau súbito que resolvera se manifestar logo naquele instante nevrálgico? Argemiro ajeitou os minúsculos óculos… tirou…. voltou a coloca-lo… Tornou a olhar atentamente para lista e não se conteve. Tirou o mini óculos e ficou olhando para a multidão. Engraçado. Olhava, procurava e não via. Mas o que? Sabe-se lá!? Tirou o gorrinho – sua marca registrada, passou a mão na cabeça com a intenção de afagar os cabelos (cacoete), mas também não encontrou nada. Lembrou. Há muito tempo os abandonaram. Restavam escassos resquícios de cabelos no final da nuca. Servia para aliviar seu estresse que começava a impacientá-lo.  Com os quatro dedos da mão esquerda e apoiados no polegar coçou na tentativa de entender o que estava acontecendo.

De repente a solução veio em Close. Porque não havia pensado nisso antes. Economizara tempo. Recorreu à mesa de arbitragem. Estava localizada bem perto. A turma seguia sem entender nada e o tempo urgia. Eram quase 11 da manhã.  As crianças eram as mais impacientes. Começaram a correr pelo salão e o murmúrio teve início.

Ao chegar ao árbitro logo perguntou.

“-Com licença… acho que houve um engano, talvez erro no momento da inscrição!”

“-É… qual?”

“O que está na mesa dois, com as peças negras…. não conheço e nem lembro desta inscrição!” – disse Argemiro.

“- Deixa-me ver…. está certo… Plínio contra Gerardo, ou melhor ao contrário…. está certo… o programa não erra!”

“- Mas quem é esse Plínio?”

“-O João César Júnior de Uruguaiana.”

“Sim eu sei quem é o João César, mas o nome dele não está aqui…. esqueceste de inscreve-lo!”

“-Não… João e Plínio são a mesma pessoa…ele é Plínio o Jovem e seu pai Plínio o Velho. Tu não conhece a história de Roma? Plínio o jovem  foi orador insigne, jurista, político, e governador imperial na Bitínia na antiga província de Roma no ano 61 de nossa era. E Plínio o velho era tio do Plínio o jovem que foi escritor, historiador, gramático, administrador e oficial romano Escritor, historiador, gramático, administrador e oficial romano também na Bitínia…. entendeste?”

“- Sim …então tá! Vamos Adiante”

 A história cedo ou tarde cobrará seu tributo e respeito à sua memória, estando ela certa ou não!!!

Argemiro meio que sisudo não demonstrou, mas ficou contrariado e discretamente com a caneta riscou o e do Plínio e substituiu ao lado por João César. Mas no computador (programa de emparceiramento) não houve a substituição!

No alto de seu púlpito voltou a chamar os nomes e tudo transcorria na maior normalidade até chegar à dupla da mesa 21. Não acreditou no que leu. Seus olhos quase saltaram de suas órbitas pelo nistagmo que logo veio a seguir. Não podia acreditar. Outro nome que não conhecia. De novo não! Quem era esse tal de Bigode que estava de brancas contra o Ciro Rodrigues de Manoel Viana. No entanto – seu entusiasmo por tudo estar dando certo, o traíra e ele inadvertidamente já havia chamado em alto e bom tom a dupla desta mesa e não poderia fazer o tempo retroceder. Devido à heterogeneidade daquele público ninguém estranhou e foi se acomodando. Argemiro, com seus botões amaldiçoou o microfone – porque não falhou naquele momento nefrálgico para ele. Assim não passaria por mais um momento desagradável de chamar alguém, ou quase porque na mesa dois ele não chamou…. acabou corrigindo o nome do Plínio por João César.  Delegou ao árbitro  o poder de dar início aos confrontos e tratou de desvendar mais um mistério. Ficou sabendo que jazem mais de 40 anos que o Bigode é o apelido do septuagenário Dirnei Cantini Paulo e mais uma vez rabiscou e escreveu o nome do Dirnei em cima do Bigode. Ninguém se incomodou.

TUDO DENTRO DA NORMALIDADE…

Se o Criador descesse à Terra neste sábado dia 18 de maio e invés de visitar a capela São José Operário desse uma olha no salão comunitário que fica ao lado com certeza se orgulharia de sua criação. Supostamente, se observasse através dos olhos de algum ser humano com certeza poderia chorar – não de tristeza por alguma eventual agrura, mas sim pela harmonia e congraçamento que estava presenciando quando meninos, meninas, jovens, adultos e anciãos partilhavam o bem comum numa ordem e disciplina raramente visto. Era a disputa de um jogo. Adversários, sim. Inimigos, jamais.

Como era de se esperar e realmente confirmou seu amplo favoritismo – o enxadrista Rafael El Hanini com 2055 de rating pintou e bordou não tendo nenhuma dificuldade em vencer – isso pelo menos até a quarta rodada quando venceu na sequencia Fabiano Lopes, Micael Bley e Divaldo Gente Boa – os três de Manoel Viana. E, após a pausa para o almoço quando ele inesperadamente ganhou de um morador de Barra do Quaraí uma garrafa de um litro de refrigerante – aquela famosa por muitos contestada que é à base de cola gaseificada – ele, na companhia de seu irmão Gustavo e a turma de uruguaios – Marquinhos Gomes, Henry de Mello, Alfredo Villoz e o argentino León Cáceres comeram e beberam até não poderem mais. Para quem não sabe – uma das ligações que o ser humano moderno ainda conserva com seus ancestrais – os Neandertais, é o fato de invariavelmente sentir sono e preguiça após as refeições, em especial o almoço ou jantar. Isso porque o sangue fica mais ácido e estimula o relaxamento para que ocorra um descanso para conservar energia. No caso dos Neandertais eles deitavam para dormir, pois não sabiam quando teriam a oportunidade de caçar seu alimento novamente. Alguns milhares de anos se passaram nosso organismo ainda conserva esta memória genética e não faz distinção de classe social.

A caminhada entre o Salão Paroquial e o restaurante onde almoçaram foi lenta. Muita conversa. Planos e estratégias foram traçados. Quem ele poderia pegar na quarta rodada. Ainda não sabia. Desconfiava, mas não tinha certeza. Quem poderia lhe revelar era o árbitro que almoçara no mesmo local e na mesa ao lado da sua. Inclusive Rafael o presenteara com a garrafa que recentemente ganhara. Porém foi infrutífera sua intenção. Não lhe foi dada a tão almejada informação. Não importava. Em termos. Adoraria saber de antemão sua próxima vítima. Teve que esperar anunciarem a quarta rodada.

A emenda saiu pior que o soneto…

E ela finalmente veio. Eduardo Fontana de Barra do Quaraí era seu adversário. Por curiosidade deu uma espiada na lista para conferir o rating dele. 1499. Papinha. 556 pontos a menos do que ele que está com 2055. Entrou confiante. Demais. Cometeu todo tipo de erro que despertou a atenção até do anfitrião e organizador do torneio o barrense Argemiro Rocha. Perdeu. Foi destronado. Contudo logo pensou. Quem foi rei jamais perde a majestade. Pensou até em chorar, foi até o banheiro conversou com o espelho, lavou o rosto e prometeu se concentrar para não mais cometer os erros da partida anterior.

Tomou incontáveis copos de café – até sentir palpitações nas mãos. Era cafeína que não acabava mais. Comeu uns 10 ou 15 sanduíches – pequenos é claro que o Departamento Social do Bobby Fischer Xadrez Clube havia levado para sua delegação. Como se não bastasse sua gula – ainda se serviu de chocolates e bom bons. Tinha uma torta de chocolate com nozes, mas só não comeu porque não encontrou.

De  barriga cheia – saciada e agora sem o gosto amargo do almoço – sentiu calor e tirou o casaco. Deixando a mostra sua camiseta do Vasco da Gama talvez lhe desse energia, logo pensou. Antes de saber qual seria seu adversário correu novamente até o banheiro e para seu azar estava ocupado. Que coisa. Estava apertado. Chegava a dobrar e encolher as pernas. A situação não era boa. Estava na iminência de um desastre gastrointestinal. Ao correr até outro banheiro teve outro desalento. Não tinha privada. Suava frio. E foi aí que viu no centro esquerdo o banheiro feminino. Não titubeou. Sorrateiramente se esquivou dentre as dezenas de pessoas que se amontoavam próximo das mesas e entrou. Sorte. Não tinha ninguém e foi ter uma conversa privada com Wanderley Cardoso. Se na rodada anterior ele perdera o trono – onde estava sentado ninguém se atreveria a enfrenta-lo. Já haviam feito a chamada e esperando por ele para iniciarem a rodada.

Aliviado correu para mesa dois. Lá encontrou um conhecido algoz. Em partes porque nos três últimos confrontos ele vencera um e perdera dois. Aquela seria a oportunidade de igualar o placar. Era ninguém menos do que PLÍNIO, O JOVEM… No comando das ações que testaria suas forças. Mas acontece que foi uma das partidas mais atípicas. Voltou a errar e sucumbir ao grande Plínio. Bem errar não é o termo mais adequado para justificar a derrota do vascaíno. Consideremos que Plínio teve seus méritos – não só de jogar rápido e com frieza, mas também suportar a pressão quando foi submetido e contra atacar de forma fulminante.

Neste meio tempo todas as atenções já não estavam com o vascaíno que da mesa principal e virtual campeão estava agora jogando por laranjas na mesa seis contra o integrante de sua delegação e aprendiz de xadrez – o riverenses Alfredo Villoz de 1499 de rating. Estava tão injuriado que jogou com tudo. Foi para cima do menino muito mais novo e infinitamente mais inexperiente. Venceu e conquistou seu quarto ponto. Não tinha mais nenhuma chance de premio.  *Prevalecimento (*comentário oportuno, este termo por mais que doe no ouvido, está escrito corretamente) maior ficou por conta de seu irmão Gustavo Hanini que, na mesa seis teve pela frente Christofer Maier de apenas 14 anos. Nesta altura dos acontecimentos ambos estavam de quatro e assim se preparavam para última rodada.

Por fim – depois de horas a ultima rodada foi anunciada. O campeão estava quase definido. Quase por que tinham que jogar e havia uma equivalência de forças e de pontos. Ambos com 5,5 Hidelbrando Santos de Itaqui e Bigode de Uruguaiana. Briga de cachorro grande. Grande e velho. Bigode pelo menos 20 a mais do que o gordinho decrépito de Itaqui.  Não se sabe as circunstancias que culminaram com a vitória do Itaquiense. Com este ponto foi para 6,5 em sete disputados e campeão geral. Bigode ficou em terceiro e primeiro lugar na categoria veterano máster. Em segundo na geral com 6,0 pontos foi Plínio, o jovem que nesta sétima rodada venceu Eduardo Fontana de Barra do Quaraí.

E quanto aos gêmeos?

Por onde andam?

Vamos retomar a jornada do palmeirense e do vascaíno.

Rafael El Hanini retornou para uma das mesas que integram o chamado e cobiçado aquário onde invariavelmente jogam os melhores. Na mesa três teve pela frente Leonardo Figueiredo de Barra do Quaraí. Venceu ou não? Sim! Rapidinho. E quanto ao seu irmão o que estaria acontecendo. Ninguém sabia. Uma rápida olhada logo atrás dele – Rafael viu Gustavo enfrentando um companheiro de viagem na mesa quatro. León até que tentou segurar o ímpeto do Gustavo – mas não foi possível. Perdeu.

Por fim os irmãos Rafael e Gustavo ficaram com cinco pontos – quinto e sexto lugar respectivamente desempatado por meio ponto no Berger. Engraçado que ambos acabaram ganhando – experiência!

No ritmo de 15 minutos por competidor – perfazendo em média meia hora de partida os premidos foram os seguintes:

Sub 13 Masculino
– 1º Lugar: Felipe Fontana
– 2º Lugar: Elias Amaral
– 3º Lugar: Luan Dovigi

Sub 16 Masculino
– 1º Lugar: Henry de Mello
– 2º Lugar: Christopher Maier
– 3º Lugar: Fabiano Lopes

Sub 18 Feminino     
1º Lugar Erica Duarte

Sub 16 Feminino
1º Lugar: Kassiana Romero

Sub 18 Masculino
– 1º Lugar: Leon Carceres
– 2º Lugar: Alfredo Villoz
– 3º Lugar: Mateo Guerisol

Geral Feminino
– 1º Lugar: Kassiana Romero

Geral Masculino
– 1º Lugar: Hildebrando Santos
– 2º Lugar: Plínio, o Jovem
– 3º Lugar: Eduardo Fontana

RODADAS: emparceiramento e resultados.

FOTOS DA PREMIAÇÃO

 CONFRONTOS FOTOS

FOTOS EU PENSANDO!!!!

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