O dia não poderia ter sido melhor para o veteraníssimo e multicampeão Oscar Pablo Lara. Sete partidas. Sete Vitórias. Sete massacres. Menos Um. Venceu de ponta a ponta o torneio 984 do BFXC.

O dia não poderia ter sido melhor para o veteraníssimo e multicampeão Oscar Pablo Lara. Sete partidas. 

Sete Vitórias. Sete massacres. Menos Um. Venceu de ponta a ponta o torneio 984 do BFXC.

Depois de um sábado com um clima primaveril magnifico – quem iria imagina que o domingo seria prelúdio de dia de finados, frio, ventoso – cinza e ameaçador. E assim foi de manhã até a tarde neste dia 20 de outubro quando a turma do esporte da lógica e ginástica da inteligência se reuniu nas dependências da Escola Celina Vares Albornoz desde as primeiras horas da manhã. Mas se engana aquele que pensar que seria um domingo normal – como outros tantos que o pessoal estava habituado. Negativo. Não estavam ali só para jogar um torneio, mas participar da homenagem ao – o antediluviano e jogador adâmico Gustavo Tramutolo e conhecer o novo local disponibilizado pela diretora Silvia Moraes e sua vice Claudia Diehl. Trata-se do Pavilhão 07 – um magnífico salão com telão multimídia, cadeiras acolchoadas e ar condicionado. Um luxo para os enxadristas desfrutarem livremente sem nenhum custo.

Mas não era só isso. Ao meio dia o BOBBY FISCHER XADREZ CLUBE através de seu Departamento Social serviu a todos um saboroso almoço cortesia – ao qual o pessoal podia se servir e comer à vontade até não aguentar mais. Inclusive a refeição foi equilibrada no quesito condimentos e sal – para evitar eventuais efeitos colaterais em alguns seniores e veteranos que sofrem de hipertensão.

À mesa podia se observar todo tipo de tempero para que os jovens e saudáveis temperassem como bem entendesse suas respectivas porções. 

Eles puderam saborear livremente um suculento RISOTO DE PEITO DE FRANGO recheado de saladas, queijo ralado, ovo picado, pão e muito refrigerante.

O TAXISTA DAS PERNAS TORTAS!

Este é Pablo Lara. Um cruzamento de Mané Garrincha, professor Júlio Rosa (diretor do colégio Rivadávia Corrêa) e Tom Oar – o septuagenário personagem da séria de TV do History Channel HOMENS DA MONTANHA.  Em comum os quatro caminham com dificuldade devido à anomalia de suas pernas arcadas de tal forma que os obriga a uma caminhada lenta e valsante como se fosse um marsupial – devido ao vão acentuado entre as pernas lembrando aqueles vaqueiros de desenho animado que descem de seus cavalos após muitas horas. Este tipo de caminhada também é conhecido como pendulo de relógio. Mas esta deficiência o tornou um eficiente enxadrista e teimoso jogador de futebol.

Marcado que estava para dia 6 de outubro – o torneio 984 teve que ser adiado por questões pessoais e de saúde do personagem que o Bobby Fischer pretendia homenagear. Tanto é que neste meio tempo foram disputadas as etapas 985,986 e 987. Mas Pablo estava pilhado. O último torneio que participara fora derrotado pelo guri de Uruguaiana Plínio o Jovem (César Júnior) e pensou numa oportuna revanche. Preparou-se. Estudou. Fez retiro e até dizem que o ouviram fazer promessas caso vencesse seu algoz. Estes comentários respingaram da Parada Maciel onde Pablo pilota seu táxi preto diuturnamente.

Porém ele ficou sabendo que nem o Plínio Jovem ou o Velho poderiam vir neste domingo. Quem trabalha próximo dele, outros taxistas, comentaram que Pablo demonstrou um misto de alívio com descontentamento. Após a notícia ele buscou refúgio na casa mata da parada e ali ficou durante horas sem falar com ninguém – com um olhar perdido vislumbrando o invisível. Mas ele tinha em mente outros acertos de contas. Logo pensou – “se não tem tu, vai tu mesmo!”….  E o tu mesmo tinha nome e sobrenome. Roberto Castillo. Seria neste que ele descontaria toda sua ira. Na última vez ele venceu, mas houve quem alegasse facilitação e sorte, pois segundo o entendimento de alguns perus, a referida partida estava favorável ao Castillo que, talvez por falta de experiência ou ritmo de jogo – não viu a combinação vencedora e acabou sendo derrotado por Pablo.

E A VIDA CONTINUA MESMO SEM  CASTILLO..

Como tinha o rating de 2114 – o mais alto daquela competição, Pablo teve o privilégio inicial de comandar as peças Brancas desde a mesa 01. Sua primeira vítima foi justamente o neto do homenageado com 1658 de Elo. Santiago Ruiz aguentou menos de cinco minutos e, com sorriso amarelo e triste se dirigiu à organização informando que fora derrotado. Normal. Notícia seria se não fosse.

Segunda Rodada – estaria a organização de brincadeira com ele, logo pensou! Que coisa, primeiro o neto agora o avô. Justamente o homenageado. Porém logo este seu pensamento desapareceu como fumaça pela fechadura. Cedo ou tarde isso aconteceria. Também não tomou conhecimento. E com todo respeito e admiração que conservasse do Tramutolo não se conteve. O sangue em suas veias, apesar do frio naquela manhã – não só ferviam quanto borbulhavam. Não quis fazer negociatas. Foi e venceu da forma mais vil sem tomar conhecimento nem respeito às rugas do adversário.

… E NADA DO CASTILLO…

Na terceira rodada outro Gustavo pela frente. Um com 45 ou 50 anos a menos de idade que o Gustavo Tramutolo. O El Hanini. Ainda não era o adversário esperado. Mas serviria como aperitivo. Quiçá o cardápio melhoraria no decorrer das rodadas e lhe serviriam a cabeça do Castillo numa bandeja de papelão. Quem sabe. Estava recém na terceira ronda e eram sete. Discretamente deu uma olhada na sala de jogos e não enxergou nenhum adversário à sua altura. Nem o Castillo. Em menos de 15 minutos pelou a coruja do Gustavo e foi dar uma caminhada no melhor estilo cambota entre mesas para observar o que o pessoal estava jogando. O que vira não o impressionou, com exceção do filho do Félix Maidana, um promissor jogador da categoria Jovem Master de nome Federico. “Tenho que ficar com as barbas de molho, se eu não ficar esperto o guri me traça direitinho!” comentou Pablo com um desconhecido que estava ali observando e com certeza não deve ter entendido nada.

Na rodada que antecedeu a pausa para o almoço – o temido confronto se alinhou. Pablo de negras frente a Federico de brancas, no ritmo de 20 minutos por contendor o que perfaz um tempo máximo de 40 minutos por partida. Foi um jogo extremamente catimbado. Ademais, o que se poderia esperar de dois uruguaios pelo duro se enfrentando? Nada de diferente. Ambos se estudavam como namoro da girafa com o macaquinho…. de canto de olho trocavam intimidações. Mas nenhum fazia menção de abrir a guarda. Se fosse em outro esporte a vaia da torcida seria inevitável.

O MORTO VIVO!

Mais uma vez a história cobrou tributo. Aquele filme Pablo já vira quando há algum tempo ele se viu na mesma situação – só que naquela ocasião era contra Castillo, quando surgiu a tal teoria da conspiração. Pablo estava ficando atônito, talvez até um pouco transtornado com aquelas lembranças. “Castillo não o deixava em paz. Nem na minha mulher eu penso tanto. Será que estou… ficando…. depois de velho… bem quer saber…deixa pra lá vou tentar me concentrar!” E foi somente após esta decisão que aquele que viria ser campeão três rodadas mais tarde conseguiu enxergar uma combinação de cinema que deixaria qualquer adversário sem ver navios. Morto, perdido em todas as linhas. E ficou com a pressão alta. Não podia acreditar na descoberta. Nem Bobby Fischer se estivesse ali escaparia da derrota. Só que todo este cenário era contra ele.

A morte iminente seria a dele e não do Federico. Suou frio. E, como já havia tocado na maldita peça de forma impensada – a regra o obriga jogar. Ouviu a marcha fúnebre em sua consciência e só poderia torcer para que o filho do Félix não tivesse lido aquele trecho da história. Fez menção de pedir empate. Melhor do que perder. Seria muita cretinice – desrespeito ou cara de pau.  Mas orgulhoso como tal engoliu em seco e aguardo o desenrolar dos fatos. E não é que Federico não viu o lance e Pablo se aproveitou para aplicar uma combinação tática e dar fim aquele sofrimento.

JÁ CAMPEÃO, COMEU COMO UM REI!

Fama não põe comida na mesa, mas uma boa dose de sorte sempre ajuda. Com quatro pontos seguidos nem o Papa lhe tiraria este título e muito menos os presumíveis adversários que ainda restavam. Relaxou e comeu como um, o certo seria adjetivar como um porco, mas, convenhamos que o animal não merece esta comparação. Então chamemos Pablo de Majestade porque foi o único dos participantes em ser Rei em três reinos – na mesa 01 durante as rodadas matinais, quando visitou o Wanderley Cardoso para passar  um telegrama após se fartar no almoço e por vim, bem, tema que abordarei no final desta crônica.

 Após almoçar e visitar o Wanderley Cardoso – Pablo cambaleou calmamente a lomba abaixo rumo ao Pavilhão Nº7 para, segundo seus prognósticos, cumprir tabela e pegar seu troféu de Campeão Absoluto e medalha de primeiro lugar na categoria Sênior Master.

Marcada que estava para iniciar as 13h15min – a quinta rodada, acredite, iniciou 15 minutos antes. E na mesa 01, como sempre lá já estava Pablo aguardando sua próxima vítima. Diante dele sentou-se Rafael El Hanini de 2078 de rating BFXC, o que denota ser, até o momento, o adversário mais forte e qualificado. Por esta aparição relâmpago Pablo não esperava. Focou-se tanto na figura do Roberto Castillo que acabou ignorando os demais. Aí olhou para o telão para conferir se estava certo e deu na mesma. O nome estava lá para enfrenta-lo no comando das peças negras, mas seria realmente Rafael diante dele ou seu irmão Gustavo? Pensou!  Olhou novamente, se virou e tentou localizar onde supostamente estava Gustavo. Virou para esquerda e não viu. À sua direita lá ao fundo também não. Que diabos onde estaria. Será que na sua frente? Estariam aprontando para ele? Estavas desconfiado por que há uns anos ele ficou sabendo que a dupla, a pedido da organização, aprontou uma brincadeira com o jogador Carlos Jeissmann de Bagé, quando na oportunidade o Rafael jogou duas vezes, e vencendo da mesma forma, quando trocou de identidade com seu irmão que deveria jogar naquela rodada contra Jeissmann. Paciência. Logo pensou se realmente houve a troca e quem esta ali é o Gustavo, melhor – vou ganhar duas vezes do mesmo uma vez que já jogara com o palmeirense na rodada anterior e fora muito fácil. Só que na realidade não houve nenhuma troca, pelo menos desta vez – e aquele era realmente Rafael El Hanini.

Estava estabelecido pelo regulamento geral da competição que esta quinta rodada era para ser disputada no ritmo de 30 minutos. Só que na mesa principal aconteceu o inesperado. Porém esta meia-hora não foi necessária para definir o vencedor. Como um mágico que esconde sua vara e tira um coelho da cartola – Rafael foi o personagem da rodada que despertou a atenção de todos no salão de jogos.

O silencio mórbido era apenas interrompido pelo acionar dos relógios e por uma tosse aqui e outra ali. Só que dessa vez foi diferente. Uma gargalhada realmente despertou a atenção de todos que abandonaram suas mesas em plena rodada em andamento para correrem até a mesa principal para saber o que acontecera. Como urubus e hienas se acotovelaram sobre a dupla para saber o que acontecera. Rafael caíra num a armadilha na abertura e perdeu a partida em pouco menos de um minuto de jogo. Coisa que só os gênios são capazes. E o Pablo Aladim mostrou que sabe muito apesar da idade. Já estava perdendo a graça. O clamor geral era para que não se convidasse ele para os próximos torneios.

CASTILLO O ÚNICO QUE NÃO PERDEU!

As rodadas finais seguiram a mesma monotonia. Pablo vencendo e os adversários perdendo. Mas ficam aqui duas questões até agora que não foram esclarecidas: o terceiro reinado do Pablo e como explicar que o Roberto Castillo foi o único que não perdeu para o Pablo Aladim?

No caso do terceiro reinado, ele conquistou quando aplicou aquela armadilha no Rafael. E no enigma do Castillo é mais simples de explicar e todos podiam compreender desde o início deste torneio. Ocorre que RC não perdeu por que não participou do torneio, a exemplo de outros tantos grandes jogadores como Belo, Nilo, Chacón, MF Campos, Plínio o jovem e a tropa de elite de Bagé comandada por Emílio Mansur e seus subordinados de patente menor.

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GRANDE ALMOÇO DE CONFRATERNIZAÇÃO

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PREMIAÇÃO

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