O Leonardo Da Vinci original é italiano, fez por merecer o título de mais versátil artista de que se tem notícia. Pintor, desenhista, escultor, arquiteto, astrônomo, além de engenheiro de guerra e engenheiro hidráulico entre outros ofícios, cuja mente será sempre objeto de admiração, apesar de ter prosperado no período Renascentista entre os séculos XV e XVI. No entanto o nosso Leonardo Da Vinci Tupiniquim é um respeitado advogado – catedrático em Direito Internacional, misto de brasileiro e uruguaio, mas acima de tudo grande enxadrista, mestre em grandes combinações e enigmáticas armadilhas. Seu nome Leonardo Araújo. Por outro lado, entretanto, não podemos ignorar  a histórica, porém não menos importante presença, pelo menos através de seu alter ego – do Imperador Romano Trajano que governou o vasto Império Romano  de 98 a 117 que durante sua administração atingiu sua maior extensão territorial. Trajano também é notado pelos seus extensos programas de obras públicas e as políticas sociais implementadas durante o seu reinado. Notadamente foi um eficiente administrador e reorganizou todo império. Mas não cabe aqui uma aula de história por mais importante e interessante que seja o assunto. Se valendo da fama de seu antecessor (pelo menos no nome) nosso imperador fronteiriço do século XXI reina, sempre que possível, no comando de seu exército integrado por apenas oito soldados de baixa patente e outros seis com hierarquia crescente até chegar a um Rei e uma Rainha. Na verdade  não passa de um simpático e carismático enxadrista de Rivera que aos poucos vem conquistando respeito dos mais velhos e carimbando seu passaporte entre os integrantes da Seleta e Privilegiada elite do xadrez da fronteira. Trajano Souza é o seu nome.

O TORNEIO…

Disputado que foi neste último domingo dia 27 de maio nas suntuosas dependências do Clube Caxeiral de Santana do Livramento – o 1ºTMS/2018 foi um sucesso e atingiu seus plenos objetivos. Acima de tudo resgatou o xadrez romântico dos anos 1990 do Bobby Fischer Xadrez Clube quando não utilizávamos computador com programa de emparceiramento. Tudo era feito no sorteio. Na confiança. Parceria. Enfim, uma época dourada e que revelou grandes campeões.

O sistema de enfrentamento era de mais ou menos eliminatórias no ritmo de 10 minutos onde a dupla sorteada deveria se enfrentar em rodada dupla (pretas e brancas alternadamente) e, caso necessário uma terceira partida no ritmo de 7’x5’ cujo comandante das peças pretas teria o privilégio de empatar para seguir adiante. Mais ou menos eliminatório porque foi criada a tal repescagem onde um eventual perdedor pôde retornar a vida e tentar a sorte para seguir adiante na competição. E, por mais irônico que pareça, neste torneio houve dois jogadores que vieram da repescagem, morreram – ressuscitaram por força do regulamento, foram às semifinais tendo um ficado em terceiro e outro vice-campeão.

Participantes:

  1. Santiago Ospitaletche.
  2. Santiago Maidana.
  3. Rafael El Hanini.
  4. Gustavo El Hanini.
  5. Marcos Gomes.
  6. Imperador Trajano Souza.
  7. Leonardo Araújo.
  8. Gustavo Tramatulo.
  9. Santiago Tramatulo.
  10. Roberto Castillo.

Classificação Final:

1º Lugar: Leonardo Araújo

2º Lugar: Imperador Trajano Souza

3º Lugar: Marcos Gomes

4º Lugar: Roberto Castillo


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